profissão:leitor

sábado, 25 de setembro de 2010

MIA COUTO: JESUSALÉM

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Quem siga este blogue há algum tempo (não se riam: pessoas há, com efeito, que o seguem, não diria religiosamente , mas regularmente ), terá...
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domingo, 19 de setembro de 2010

RUBEM FONSECA: O SEMINARISTA

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Existem, por um lado, livros do género policial. Claro. Mesmo que sejam irónicos, como os de Ross MacDonald, são, primeiramente, romances po...
segunda-feira, 13 de setembro de 2010

MARIA HELENA DA ROCHA PEREIRA E O ACORDO ORTOGRÁFICO

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Quando entrei para o curso de Filosofia, desgrenhado e deslumbrado, estava disponível para me entregar de corpo e espírito às mais ínfimas e...
sexta-feira, 10 de setembro de 2010

ALEJO CARPENTIER: OS PASSOS PERDIDOS

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Um véu mitológico cobre este romance. Não conseguimos iniciar a sua leitura num estado de absoluta virgindade: no momento em que o folheava,...
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

VIRGINIA WOOLF: MRS. DALLOWAY

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Tanto Ulisses como Mrs. Dalloway são romances dos anos 20. O primeiro foi sendo publicado, numa revista periódica, a partir de 1918, e edit...
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terça-feira, 7 de setembro de 2010

FRIEDRICH NIETZSCHE: THE PRE-PLATONIC PHILOSOPHERS [tradução, prefácio e comentário: Greg Whitlock]

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Persiste como convicção própria do senso-comum europeu a ideia de que a filosofia é uma espécie de reflexão que só na Europa se compreende ...
segunda-feira, 6 de setembro de 2010

COLETTE: CHÉRI

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Na minha busca, um pouco insana por vezes, de obras esquecidas, sobre que tenha ouvido falar, aqui, ou acerca de que haja lido alguma coisa,...
domingo, 5 de setembro de 2010

CESÁRIO VERDE: CRISTALIZAÇÕES

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Cristalizações ...

ALEXANDRE O'NEILL: UMA LISTA DE POEMAS URGENTES E NECESSÁRIOS

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Num artigo publicado em 76, Alexandre O'Neill, distinguindo entre «poemas que não podiam deixar de ter sido feitos» e «poemas que podiam...
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sábado, 4 de setembro de 2010

JOÃO TORDO: O BOM INVERNO

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As comparações podem parecer espúrias, mas ao falar de José Luís Peixoto, Gonçalo M. Tavares, valter hugo mãe ou João Tordo, elas impõem-se...
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

CHARLES DICKENS: OS CADERNOS DE PICKWICK

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Ouvimos falar de Charles Dickens, e em que pensamos? Sobretudo, julgo, num autor do século XIX, consciente e condoído da miséria e da margin...
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

ROSS MACDONALD: O INIMIGO INSTANTÂNEO

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Imaginem um inventor de jogos. Um homem ou uma mulher cuja tarefa fosse a de criar algo como o xadrez. Ou as damas. Ou o Poker. Ou o cubo má...
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ROMPENDO, POR UM INSTANTE, ESTE VAZIO

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De férias nos EUA, em casa daquele meu primo, leitor inveterado, sobre quem tanto já aqui falei, e com pouco tempo para cultivar blogues, ap...
quinta-feira, 12 de agosto de 2010

TOLSTOI: ANA KARENINA

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Costumam ser referidos certos autores norte-americanos como exemplo da mestria na construção de diálogos convincentes. Sem querer contrariar...
terça-feira, 10 de agosto de 2010

JOHN MILTON: PARAÍSO PERDIDO

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Toda a teologia que tem a sua génese no judaísmo e no cristianismo está minada por uma pergunta irrespondível. Se Deus é sumamente bom, o...
segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A RETÓRICA DE JOÃO PEREIRA COUTINHO

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Em certos mestres da retórica, que são autênticos poetas da argumentação, é um pormenor irrelevante que o leitor se deixe convencer e, no fi...
domingo, 8 de agosto de 2010

UMA CITAÇÃO QUE VALE A PENA

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« Quando comparamos a nossa ridícula existência com as existências literárias que fomos acumulando na estante, tudo se torna incomparavelmen...
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sábado, 7 de agosto de 2010

FRANÇOISE MALLET-JORIS: A CASA DE PAPEL

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Estou, como indicam alguns dos meus pretéritos posts , em fase de me apetecer escrever sobre partilha de livros com o meu filho; talvez por ...
sexta-feira, 6 de agosto de 2010

CHRISTOPHER POTTER: VOCÊ ESTÁ AQUI: UMA HISTÓRIA PORTÁTIL DO UNIVERSO

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Sou um moderado compulsivo, se é que a expressão faz o menor sentido, de livros de divulgação científica. Como a área de ciências constitu...
quarta-feira, 4 de agosto de 2010

LARS KEPLER: O HIPNOTISTA

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Alguma coisa, obviamente, se procura na chamada literatura de género. Não digo que uma obra de ficção científica, por exemplo, não possa ser...
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